Urban Dictionary: Entenda as gírias e expressões usadas pelos americanos

Como o próprio nome já diz, é um dicionário urbano. E se trata de um dicionário repleto de gírias, dialetos e afins, que possam ser usados pelos americanos, e todos os tipos de termos que eles também usam. Para usar o site é muito simples, basta acessar o link que estará no final do post, digitar o que precisa na busca (ou você pode clicar em um das expressões que aparecem na página inicial), clicar, e traduzir o que diz, pois o site é em inglês. Espero que gostem, abraços!

Resolvendo o problema de não detectar a guitarra no Guitar Rig 4 no Windows 7 (e dicas adicionais)

Provavelmente você já se deparou com o problema em que o seu Guitar Rig 4 não detectava a sua guitarra nem com reza braba, porém, depois de muito esforço, luta, dor, suor e batatinhas, eu consegui resolver esse aparentemente impossível “bug”. Vou passar os passos sobre como resolver este problema:

Desative todos os sons do Windows

Clique com o direito no ícone da imagem acima, clique em Sons e verá uma janela como abaixo:

Clique na listinha ao lado do botão Salvar como… e escolha a opção Nenhum Som.

E desmarque a opção Tocar som de Inicialização do Windows.

Isso serve para assegurar que seu sistema não vai usar em momento alguma a sua placa de som no lugar do Guitar Rig.

Desabilite o microfone e o desligue do computador

Desabilitar o microfone no Windows 7 é muito simples, basta clicar novamente com o direito no ícone da imagem acima, logo, clique em Dispositivos de gravação e verá uma janela como a imagem abaixo:

Clique com o direito em Microfone, e clique em Desabilitar. Assegure-se também de que a Entrada (segunda opção na imagem acima) esteja habilitada, para quem diz em alguns tutoriais que isso impede o uso do Guitar Rig, eu descordo plenamente, em todas as vezes que desabilitei a entrada o Guitar Rig não a detectou e só me deu mais trabalho na hora que parei de usar a guitarra.

Não use a entrada do microfone para fazer a ligação, além do delay ficar muito mais alto, a qualidade do som é regredida por milhas.

Certifique-se também de que o que você não usa está desabilitado, pois isto pode causar um conflito futuramente.

Tire o som de alguns dispositivos

Na mesma janela do passo anterior, clique na aba Reprodução, clique com o direito em Alto-falantes, clique em Propriedades e verá a janela a seguir:

Agora, clique na aba Níveis, e desabilite o som de todos os dispositivos depois do “Alto-falantes“, para assegurar de que você não escute o eco da guitarra quando tocar e de alguma forma impedir o uso dos mesmos dispositivos pelo sistema enquanto estiver em execução pelo Guitar Rig. Por precaução ficará algo como:

Certifique-se de que o ASIO4ALL está instalado no seu computador

Sem o ASIO4ALL você não chegará a lugar algum, o delay nunca terá uma solução, e a qualidade do som menos ainda! Primeiramente vou explicar o que eu entendo, seja verdade ou não, explicarei como funciona o ASIO4ALL, e como deve usá-lo.

Então, como funciona o ASIO4ALL?

O ASIO  funciona como uma nova placa de som para o seu computador, ele melhora assombrosamente a qualidade do som e diminui a latência.

Como devo usá-lo?

Após instalá-lo, abra o Guitar Rig, clique em File > Audio and MIDI Settings… e verá uma janela como está:

Clique na lista ao lado de Driver e se o ASIO4ALL tiver sido instalado corretamente, terá uma opção chamada ASIO, basta clicar nela. Ficará algo como:

Certifique-se de que o seu driver de entrada está habilitado no ASIO

Certas das minhas tentativas foram falhas por conta disto, o dispositivo de Audio rear input não estava habilitado no ASIO, e por isso não estava sendo detectado no Guitar Rig. Então, o que fazer? Muito simples! Abra o Guitar Rig, clique em File > Audio and MIDI Settings…, na aba Audio, contando com fato de que a opção ASIO está selecionada no campo audio, clique em ASIO Config, no campo Device. Verão uma janela como abaixo:

Clique no “+” e ficará algo como:

(Não reparem no terceiro dispositivo, pois enquanto escrevo este tutorial estou jogando Dead Island, então, faz sentido o dispositivo estar em uso, e também não se preocupem que isto não acontecerá com vocês).

Como podem ver, a segunda opção está desabilitada, ou seja, o dispositivo que transmite o som da guitarra para o computador, está desabilitado, então o que faremos? HABILITAREMOS ISSO. E pronto, caso saiba configurar os dispositivos na aba Routing, já poderá ouvir sua guitarra.

Certifique-se de que os dispositivos certos estão selecionados na aba Routing do Guitar Rig

Provavelmente vocês já devem saber como chegar até esta aba, se não, releiam o passo anterior. Bom, é muito simples, como podem ler, ali, abaixo das abas, Inputs e Outputs, a primeira opção significa entrada, e output, saida, basta deduzir, in – em, put – colocar, então, “coloca em, envia”, out – fora, put – colocar, “coloca fora, joga, retira para fora”. Então já sabemos que a guitarra ficará nos inputs, pois ela é um instrumento que envia o som, e a saída são as caixas de som. Então, já que estamos em Inputs, vamos configurar a guitarra. Como podemos ver, temos Audio front mic 1Audio front mic 2 o que provavelmente não é o dispositivo da sua guitarra, pois a ligamos em Audio rear input, então, o que faremos? Isso mesmo, daremos um clique sobre a primeira opção Audio front mic 1, e veremos uma pequena abinha com as seguintes opções (or something like):

Lembra de onde colocamos a guitarra? Isso mesmo, Audio rear input, e como estamos na primeira opção, escolheremos o Audio rear input 1. Logo então, faremos o mesmo na opção abaixo, com diferença que escolheremos o Audio rear input 2.

Agora vamos para os Outputs. Chegando lá, basta fazer o mesmo, apenas ao invés de selecionar Audio rear input 1 e  Audio rear input 2, selecione Audio rear output 1 Audio rear output 2. Gostaria de lembrar também que esses nomes, Audio rear output, Audio rear input etc. mudam de placa de som para placa de som, então, terão de usar seus sensos de deduções linguísticas, basta se basear pelo que falei ali acima, input – entrada, output - saída, provavelmente os nomes terão alguma palavra óbvia para facilitar a identificação de sua devida função.

Antes de ligar o Guitar Rig, feche todos os programas que possam estar utilizando a sua placa de som ou se possível, reinicie o PC e faça o mesmo, caso algum não saia.

Espero que o tutorial ajude a todos vocês, o criei com o intuito de ajudar as pessoas que passaram pelos mesmos problemas que passei com o Guitar Rig, comentem! Abraços e até a próxima.

Blacklight: Retribution – uma breve análise

Bom dia, como primeiro post no blog, eu vou fazer uma breve análise do novo jogo de tiro publicado pela Perfect World Entertainment, a mesma compania que produziu Perfect World.

Então, o jogo se chama Blacklight: Retribution, e foi originalmente produzido como uma continuação para o nem tão conhecido Blacklight: Tango Down, distribuído na Xbox Live e Playstation Network de forma gratuita. O jogo à primeira vista, pode lembrar um Call of Duty em roupagem futurística, mas seu conteúdo vai muito mais além.

GOSTEI:

  • Gráficos

Sei que isso não é o que faz um jogo, mas é algo importante, principalmente no caso de Blacklight, pois os gráficos são quase necessários para construir essa atmosfera caótica na qual o jogo se situa. Feito na poderosa Unreal Engine 3 (Gears of War, Mass Effect), Blacklight consegue ser o jogo free-to-play mais bonito atualmente. Os efeitos de iluminação são muito bem utilizados e dão uma aparência realista aos cenários, que são enormes e bastante detalhados. Os personagens também são bem-feitos e possuem uma física bem-calculada, ou seja, não caem como marionetes no momento em que morrem.

  • Jogabilidade

Esse quesito é onde o jogo se destaca, pois arrisca em algumas coisas que, a princípio, parecem apelativas e “toscas”, mas depois é percebida a diferença que elas podem fazer no jogo. A primeira delas é a personalização extensiva da roupa e das armas. Na maioria dos jogos isso tem apenas um princípio estético, mas em Blacklight a escolha da armadura pode influenciar a quantidade de granadas e itens especiais que seu personagem pode carregar, a velocidade e a capacidade de resistência que ele possui. Já as armas podem ser completamente modificadas para se adequar ao estilo de cada jogador, podendo ser trocado nela o cano, a mira, o stock, o compartimento de munição, entre outras coisas.

Em segundo vem a HRV, um dispositivo que permite ao jogador localizar inimigos, aliados e depósitos de armas até mesmo através de paredes. Não, isso não é um wallhack disfarçado, muito pelo contrário, é algo que acrescenta tensão e estratégia aos campos de batalha que já conseguem ser MUITO caóticos com apenas 8 jogadores em cada time.

E por último, mas não menos importante, os Weapon Depots. Ao longo da partida você ganha créditos para gastar nesses lugares. Neles você pode restaurar sua vida, sua munição e comprar armas mais pesadas, que inicialmente são um Rocket Launcher, um Flamethrower e um Robô Gigante!

Sim, você leu isso certo, o Robô Gigante, que no jogo é mais conhecido como Hardsuit, é equipado com uma metralhadora e uma railgun. Normalmente uma partida atinge seu clímax quando alguém faz a compra de um desses, logo o foco do time adversário se torna destruir a máquina. Mas um dos momentos mais fodas que eu já presenciei em uma partida foi um duelo entre dois jogadores pilotando Hardsuits, me senti o Otacon naquele momento…

  • Som

Assim como os gráficos, ajudam a construir o ambiente no qual o jogo se situa. Com uma trilha sonora bem adequada composta por música eletrônica e efeitos bem atmosféricos, não deve nada a títulos comerciais como Crysis e Call of Duty.

NÃO GOSTEI:

  • Bugs

Nenhum jogo escapa desse problema, e Blacklight não é uma exceção, os bugs não são frequentes, mas estão lá. Às vezes você vai ver uma textura demorando a carregar ou, enquanto você estiver pilotando uma hardsuit, ela ficar presa na geometria do cenário. Mas ainda assim é muito fácil ignorar esses bugs, já que a bela apresentação e jogabilidade impecável meio que compensam por isso.

  • Apenas mais um jogo Free-to-play

Apesar de ser excelente, o jogo ainda retém diversas características de um Combat Arms da vida, como limite de tempo para uso de uma PEÇA de arma, e para usar permanentemente, é um processo doloroso que vai lhe custar muito tempo. Bem que poderia fazer igual outros jogos mais recentes, como o título da Hi-Rez Studios Tribes: Ascend, onde você já libera uma arma permanentemente e pronto. Mas você sabe o quanto a Perfect World odeia ganhar dinheiro em cima de seus jogos, então não vai adiantar muito se reclamar.

NOTA FINAL: 8.5/10 (Excelente)

Sem dúvida, um dos melhores jogos de tiro já lançados no mercado free-to-play, mas ainda tem alguns defeitos, como bugs e aquele maldito limite de tempo para uso de uma PEÇA de arma. Graças a uma equipe de desenvolvimento bem ativa, esses defeitos estão sendo corrigidos aos poucos, mas o jogo ainda está longe de ser perfeito.